Valdeci Cavalcante lança, em Parnaíba (PI), o livro “Mascates no Brasil: e a trajetória de Gerardo Ponte Cavalcante”, conjuntamente com a 77ª Edição do Almanack da Parnahyba
Valdeci Cavalcante, filho do homenageado em seu livro, o mascate Gerardo Cavalcante, é “o mecenas da Parnaíba”, como assim o definem alguns dos maiores escritores da província do norte do Piauí: Antonio Gallas (Secretário da APAL) e José Luiz de Carvalho (Presidente da APAL).
Valdeci Cavalcante, além de um escritor de renome, é imortal filiado a diversas academias de letras, entre as quais a Academia Parnaibana de Letras (APAL), é Maçom - Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil no Piauí - e um dos principais patrocinadores, através do sistema S (SESC/SENAC e Fecomércio) da impressão do Almanack da Parnahyba, periódico criado no dia 20 de agosto de 1923, nascido das ideias do empreendedor gráfico Benedicto dos Santos Lima, o "Bembém".
Na noite de 22 de maio do ano em curso (2026), Valdeci Cavalcante e os imortais da APAL lançaram as duas obras citadas.
Valdeci Cavalcante no livro “Mascates no Brasil: e a trajetória de Gerardo Ponte Cavalcante”, homenageia e destaca o empreendedorismo de seu pai, Gerardo Cavalcante, e outros mascates que fizeram fortuna na Parnaíba de outrora.
Os mascates eram vendedores ambulantes que receberam esse nome porque boa parte deles eram migrantes do Oriente Médio, se assemelham aos caixeiros viajantes, como os que fundaram a escola Caixeiral em Parnaíba, na primeira metade do século XX em Parnaíba, tendo entre os fundadores Alarico da Cunha, um maranhense que fez história no Piauí. Alarico era, nas palavras de Valdeci Cavalcante, “um intelectual completo: jornalista, acadêmico, escritor e maçom de elevado grau, além de profundo estudioso do Espiritismo”. Em 1912, ele assumiu o cargo de vice-cônsul. Foi ainda agente da Booth Line, empresa inglesa de navegação na região, onde coordenava embarques entre os portos de Tutóia (MA) e Parnaíba (PI).
Valdeci Cavalcante destaca, como cerne da obra, o ofício do pai como mascate, de onde originou-se a tradição mercantil e a forte atuação empresarial do império dos negócios, em ramos diversos e de destaque, da família Cavalcante no Piauí.
Já a 77ª Edição do Almanack da Parnahyba homenageou, veja foto da capa, o renomado escultor Galeno, nascido no Morro da Mariana (à época, pertencente a Parnaíba-PI), e que tem obras suas espalhadas pelo mundo. Tem obras suas no Museu de Artes de Brasília, no Palácio do Itamaraty, além de uma obra que foi presenteada por Dilma Rousseff, a época presidenta do Brasil, ao então presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
Participaram deste evento solene, que aconteceu no Auditório do SENAC (em Parnaíba), empresários de renome da Parnaíba, entre os quais o casal do grupo Toureiro, dona Adelaide Cavalcante e Raimundo Torureiro, políticos, autoridades do Ministério Público, advogados, acadêmicos da Academia Parnaibana de Letras e da Academia Parnaiba de Direito, professores universitários, escritores e amantes da literatura.
Por fim, faço aqui um registro da participação deste jornalista e de alguns escritores presentes.
Valdeci Cavalcante no momento dos autógrafos.
Elivaldo Ramos e sua esposa Raquel Sousa, com o autor.
Elivaldo Ramos com os escitores Antonio Gallas, Claucio Ciarlini, Pádua Marques e Josiel Barros.
Elivaldo Ramos e o escritor Carlos Nogueira (diretor da Vara do Trabalho em Parnaíba-PI)
Elivaldo Ramos e sua esposa em pose com o escritor José Luiz de Carvalho (presidente da APAL).
Elivaldo Ramos e os escritores Adrião Neto e Josiel Barros.
Reportagem: jornalista técnico Elivaldo Ramos (24.05.2026)

.jpeg)
.jpeg)
.jpeg)



Comentários
Postar um comentário